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Amor em ilustração: Malipi

Quem não gosta de ilustrações? Mesmo que alguns não tenham sido contemplados com o dom de desenhar (eu, por exemplo), acho que é inevitável não apreciar uma pintura ou um desenho bem feito. Então, vou apresentar à vocês a Malipi!


A Mari, ou Malipi, é uma ilustradora freelancer de São Paulo, e faz trabalhos lindos. Ela consegue variar bastante de estilo, e o mesmo ocorre com as técnicas que usa. O seu portfolio comporta pixel art, ilustrações vetoriais, desenhos feitos à mão com nanquim, aquarela e lápis de cor. Os meus favoritos são os em aquarela, pelo efeito diferente que fica no papel.
É incrível ver a quantidade de pequenos doodles que ela cria e colore tão perfeitamente! Dá pra ver que é um trabalho delicado e cheio de dedicação e técnicas minuciosas




No mês passado a Mari fez um sorteio na sua fanpage no facebook, e, por acaso eu fui uma das contempladas . O prêmio consistia em uma ilustração em aquarela com um tema de sua escolha. Como eu não consegui pensar num tema, pedi à ela que me desenhasse com base na foto abaixo (tirada pela minha amiga do coração, Cintation). Eu adoro essa foto, pois é uma das minhas poucas lembranças das minhas idas à São Paulo. Saudades amigos paulistas e bairro da Liberdade .


Preciso dizer que adorei o resultado e dei pulinhos de alegria quando recebi a ilustração pelo correio? Primeiramente pelo capricho e cuidado em manter o desenho sem amassar ou obter qualquer tipo de rasura, e segundo porque ficou MUITO parecido comigo! Ela ainda me pediu se poderia mudar um pouco o cenário para um ambiente ainda mais oriental, pelo fato de que eu estava na Liberdade.













E aí, curtiram? Logo logo vou comprar uma moldura para enquadrar. Não dá pra deixar algo tão bonito assim guardado dentro de gaveta .

Para mais informações sobre o trabalho da Mari, acesse:

◘ Facebook
◘ Portfolio/Site
◘ Blog
◘ Loja

Senta que lá vem a história...

NOTA: Esse post é extenso. Você pode achar mais conveniente ler apenas parte dele, mas se fizer dessa forma não conseguirá entender o mesmo por completo.
No início desse ano eu compartilhei com vocês o meu medo a respeito do TCC. Desde janeiro escrevi apenas 6 posts no blog, sendo 3 deles antes de iniciar o projeto. Pois bem, após inúmeras horas de trabalho, noites de sono perdidas, livros comprados, revisões a cada fase, dinheiro gasto com impressões e encadernamento, energéticos e insanidades... eu não cheguei até a banca. Gostaria de estar brincando, ou que isso fosse uma espécie de "rá! pegadinha do malandro", mas não. Fiquei presa na parte teórica praticamente o ano todo, acrescentando uma coisa aqui e outra ali, revisando, mudando e melhorando. A parte prática mesmo eu iniciei apenas na metade de outubro, creio eu. E foi aí que a coisa começou a apertar (ainda mais).


O TCC de design é diferente dos demais cursos, pois além de parte teórica, você precisa criar um produto de design. Se ele for conceitual, você cria e demonstra toda a parte gráfica, caso contrário, além de criar a parte gráfica você deve mostrar o produto físico. Ou seja, dependendo do projeto, dá MUITO trabalho. E não se trata apenas disso, antes de desenvolver o produto, é necessário elaborar e justificar uma série de alternativas e análises para o mesmo. No meu caso, eu demorei demais para finalizar meu produto. Consegui "terminá-lo" apenas no dia da entrega final e ainda precisava estruturar melhor a conclusão do projeto e o memorial descritivo, além de anexar todas as imagens do produto no trabalho para só então organizar o sumário.


A entrega tinha prazo máximo até ás 22hrs de segunda-feira (03). Às 21hrs da noite desse mesmo dia eu me encontrava em casa, chorando de desespero e tentando finalizar a conclusão/memorial descritivo/anexar imagens do produto/arrumar sumário, tudo ao mesmo tempo. A essa altura do campeonato eu sabia que não conseguiria, então resolvi entregar do jeito que estava. Saí de casa às 21:15h, de carro com o meu irmão. Fomos num lugar conhecido tirar as cópias, mas para o meu azar, a tinta colorida havia acabado e o papel A4 estava no mesmo caminho. 21:30h. Seguimos direto para à universidade, para tentar imprimir na central de cópias de lá. Chegamos às 21:45h e o atendente informou que não seria mais possível a encadernação. Tentei transferir os arquivos mas o computador da central estava muito lento e não conseguia processar nada. Fim da linha. Cheguei no departamento de design e, aos prantos, conversei com a orientadora em busca de uma alternativa, mas não havia. Regras são regras, e também não seria justo com os casos que ocorreram nos anos anteriores e não houve oportunidade de entrega posterior. Eu chorei por um bom tempo, demorei pra assimilar tudo e cair na real de que aquilo realmente havia acontecido. Como não cheguei sequer a ir para a banca (pelo fato de que não entreguei o TCC), tenho o direito de continuar com o mesmo tema no ano que vem (apenas teria que iniciar um novo projeto se por acaso eu reprovasse na banca). Menos mal, pensei. O projeto está praticamente finalizado, ou seja, irei apenas ajustá-lo. Porém, é inevitável o sentimento de tristeza e decepção comigo mesma. Aquela sensação de "o que eu faço agora? falhei com todo mundo".


Vou usar o que minha amiga (que também não conseguiu entregar o projeto) disse: "Fiquei muito mal ao perceber que não seria possível compartilhar mais uma vitória (conclusão da faculdade) com todos... mas depois, parei de sofrer e pensar nisso. Você e eu somos perfeccionistas Pri, e você sabe que ano que vem será muito gratificante entregar um trabalho em que a gente sabe que merece 10. Eu sei que fiz o que eu pude até o último instante, e sei que ainda posso mais! É isso, nós não estamos desistindo, estamos nos dando mais uma chance".
Um dos meus professores disse que desistir do TCC no último ano para iniciá-lo no ano seguinte é uma decisão madura; por saber os seus limites e que você talvez não consiga trabalhar o dia todo, estudar à noite e fazer os trabalhos de outras matérias E fazer o TCC ao mesmo tempo. Bom, ao contrário de outras pessoas eu não desisti no meio do ano, embora tenha dado vontade, e MUITA. Mas fui até onde pude e não me envergonho de não ter passado. Bate aquela deprê ao abrir o facebook e ver os meus amigos, seja de design ou de qualquer outro curso, postando mensagens sobre o término da faculdade e/ou apresentação do trabalho de conclusão de curso. Fico feliz por eles, mas fico triste por mim.

O jeito é parar de chorar o leite derramado e me aproveitar do fato de que eu posso continuar com o mesmo TCC, refiná-lo um pouco mais e apresentá-lo sem estresse em 2013.
Se eu conseguir patrocínio ou algo do gênero isso poderá me ajudar muito, portanto, se por acaso você que está lendo esse post, puder contribuir com alguma opção/sugestão/etc, será muito bem vinda(o). Atualmente há em torno de duas ou três iniciativas de revistas com o mesmo enfoque que o meu projeto; acho ótimo e inclusive analisei uma delas no meu trabalho. Contudo, existe uma diferença entre criar uma revista no photoshop ou qualquer que seja o software e distribuí-la gratuitamente ou paga, de modo online ou impresso, com as suas preferências gráficas e de conteúdo; do que desenvolver um projeto gráfico de uma revista com toda uma pesquisa e análise de acordo com o público e o meio em que o mesmo está inserido. Não é algo que surge apenas de uma ideia. É realmente um projeto pensado inteiramente no usuário, com base em um longo e vasto estudo.
Enfim, vou expôr em algumas fotos apenas um fragmento (muito resumido, obviamente) do desenvolvimento da pesquisa e do projeto gráfico da revista, e, ao final vocês podem conferir a versão pronta da mesma.

Para conhecer melhor os interesses do público, elaborei um questionário, no qual foi divulgado de forma online. Dentre as várias perguntas, a questão chave foi a respeito da opinião das pessoas a respeito do lançamento de uma revista com enfoque no k-pop, mas que também aborde a cultura coreana. Após isso, selecionei algumas das respostas mais relevantes.

Opinião do público sobre a contribuição do lançamento da revista proposta.

Para analisar o público alvo de maneira que suas características e necessidades possam ser melhor compreendidas, foram criados dois paineis semânticos. O painel exposto abaixo ilustra as características do perfil do público, trazendo referências das mesmas para demonstrar o comportamento e o modo de agir e pensar de cada um.

Painel Semântico – Características do Público Alvo.

Para verificar as características de revistas similares disponíveis no mercado e compará-las a fim de conhecer melhor o âmbito em que o produto está inserido, realizei a chamada análise sincrônica. Aqui encontra-se apenas uma parte da análise, esta feita das páginas internas da 인기가요 (Inkigayo) Magazine; mas também foram analisadas as capas e, como já informei anteriormente, outras revistas.

Análise sincrônica – Páginas internas da Inkigayo Magazine.

Para direcionar um foco para a revista e, futuramente, conduzir a permanência da mesma no mercado, elaborei um painel conceitual com o propósito de auxiliar na colocação dos valores estabelecidos para a revista.

Painel Conceitual dos valores definidos para a revista.

Além da análise e escolha do formato, tipografia e papel da revista, fez-se também uma análise das cores a serem aplicadas no projeto gráfico. Contudo, pelo fato do tema do meu projeto ser dotado de um estilo particular, onde a mistura de gêneros musicais influencia nos estilos de cada grupo/artista e consequentemente interfere na variação contínua de cores e tons que estes usam para representar a si mesmos, descartou-se a possibilidade de limitação de cores para a revista. Logo, criei primeiramente um painel especialmente para o estilo do k-pop, fazendo referência aos shows, performances, videoclipes, capas de álbuns, roupas e também ensaios fotográficos dos artistas.

Análise de cores quanto ao estilo do k-pop.

E criei um segundo painel exclusivamente relacionado à cultura coreana em geral, onde selecionei imagens que conferem ao próprio país, desde a culinária, televisão, curiosidades, moda, tecnologia e tradição; itens que também foram abordados no questionário realizado com o público e que foram aplicados nas editorias da revista.

Análise de cores quanto à cultura coreana em geral.

Pulando para a parte da construção visual das editorias da revista (são estas as responsáveis por dividirem as seções da mesma), gerei alternativas para decidir o modelo final. Após isso, gerei alternativas para os ícones de cada editoria. O resultado é mostrado abaixo.


Aplicação das alternativas escolhidas para os símbolos editoriais da revista.

Após a escolha das editorias ainda defini a ordem das páginas, ou seja, qual seria a ordem das seções da revista. Depois disso, parti para a geração de alternativas para a capa, como vocês podem conferir a seguir.

Alternativas geradas para a capa da revista.

Baseada nessas alternativas, escolhi a opção 3 como a mais apropriada, e elaborei possíveis opções de capa, apenas para ilustrar a escolha. Demonstrei também a capa final e o grid (linhas de construção) da mesma.


Possíveis opções de capa e alternativa escolhida e digitalizada para a capa da revista.

Após isso ainda gerei alternativas para o sumário, páginas internas, entre outras editorias. Decidi não publicar esse andamento final pois o post já está enorme, então pulei diretamente para o protótipo final (abaixo). Lembrando que, por ser um protótipo, ele não está com o número de páginas e matérias que eu realmente gostaria que estivesse; sendo que para demonstração do modelo precisei "preencher" algumas páginas com pôsteres e citações. Como continuarei com o projeto no próximo ano terei a oportunidade de diagramar a revista com o conteúdo 100%.

Ah, ainda foram elaborados cards colecionáveis como opção de brinde para a revista, sendo estes brindes fixos e que também possam acompanhar outros tipos de brindes. Seriam 21 cards, com o tema do grupo/artista da capa da revista, para favorecer o caráter colecionável dos mesmos.

Modelo da frente e verso dos cards colecionáveis

Espero que tenham gostado! Obrigada (e parabéns, heh) aos que leram até aqui.

k-pop da deprê: 30 músicas para chorar (ou não)

Já são 4 meses sem postar. 4 meses que eu não tenho tido o devido tempo para cuidar daqui ou sequer resgatar a minha pseudovida social. E ainda continuarei assim até dezembro, quando finalmente entregar/apresentar o meu TCC e fechar o ano com chave de ouro (assim espero né).
Enquanto eu não volto por completo, preparei essa playlist k-pop da deprê com músicas que eu gosto e que ouço quando bate aquela crise existencial ou vontade de cortar os pulsos. BRIMKS
São músicas lindas, algumas nem tão tristes assim e outras bem #fossafeelings. Mas vale a pena ouvir e com certeza alguma delas irá lhe agradar. Afinal de contas, querendo ou não, músicas com arranjos mais calmos conseguem nos deixar mais relax também


Playlist K-POP Depressive Songs by Priscila Cardoso on Grooveshark

Existe vida pós TCC?

Estava relutante em fazer esse post não somente pelo fato de eu ter sumido do mapa, mas também por ter um certo medo de que minhas palavras não sejam interpretadas da forma correta. Afinal de contas, estou ocupada mas não estou offline 100% do tempo, e (como alguém disse essa semana na minha timeline do twitter) percebi por entrelinhas que tenho recebido pedradas gratuitas. Como se o meu sumiço significasse que esqueci dos outros e que não tenho outras coisas importantes pra fazer, como por exemplo um trabalho pra cuidar, um projeto de TCC inteiro pra criar, uma vida pessoal e etc. Mas enfim, o foco principal desse post na realidade é outro.


Mesmo antes de começar a faculdade e escolher qual curso eu gostaria de fazer, eu já havia ouvido falar muito do tão temido TCC, e sentia um arrepio só de pensar. Além disso, vi inúmeras vezes a minha irmã passar madrugadas em claro na época em que a mesma estava fazendo sua monografia. O que passava pela minha cabeça era "Será que eu vou conseguir chegar até lá?". Bom, aqui estou. Consegui sobreviver aos 3 primeiros anos da faculdade e agora falta pouco menos de 1 ano para concluir tudo e me formar. Porém, a mesma pergunta ainda martela na minha cabeça noite e dia. Ok, cheguei no último ano, e agora? Parece que é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Muitos livros, artigos e trabalhos para ler, muitas regras e prazos para cumprir, muito de si para doar. Desde que eu era pequena eu já li muito, é verdade. Ainda adoro ler, mas confesso que fiquei preguiçosa e acomodada demais. E justamente por ter esse apreço peça leitura não imaginei que fosse ter grandes problemas para escrever. Só que percebi algo nesse último ano. Escrever num blog utilizando uma linguagem informal é uma coisa, escrever um texto científico e ainda por cima utilizá-lo para defender a sua opinião é outra totalmente diferente. Quando começo um livro preciso ler mais de duas vezes uma mesma frase para realmente absorver o seu contexto. E eu não era assim. Não antes de existir a internet e eu "emburrecer" um pouquinho por causa dela a cada dia. Percebi que na maior parte do tempo não consigo me expressar, fico horas olhando para a página em branco do word sem ao menos saber por onde começar. Faltam argumentos, e eu não tenho vergonha de admitir isso. Nunca me achei melhor do que ninguém e nem pretendo. O fato é que eu gostaria de ter a facilidade que alguns tem para lidar com essa situação. E não só isso. Eu quero projetar algo que os outros realmente gostem. Que vejam o resultado final e comentem "Nossa, ótimo trabalho!". Ou que leiam o meu projeto e digam "Bela defesa, você explicou muito bem". Sei que não é tão simples assim e que para isso acontecer eu vou precisar dar duro, o melhor de mim. E eu estou tentando, juro. Talvez o meu rendimento seja um pouco mais lento, mas ainda assim eu não parei no caminho. Se já pensei em desistir? Milhões de vezes, pra ser sincera. E esse primeiro bimestre que passou me fez enxergar que eu poderia ter me dedicado mais, pois confesso que comecei com o pé esquerdo. Mas ainda tenho 6 meses pra reverter essa situação e apresentar um trabalho de qualidade para a banca de professores. Eu não vou desistir, ao menos não agora que estou tão perto. O que são mais algumas madrugadas para quem já passou 3 anos assim? Afinal de contas eu quero poder sentir o gosto de satisfação por ter passado por tudo isso, chegar na minha formatura e dizer: "Valeu a pena". Quero que alguém sinta orgulho de mim e quero superar as minhas próprias expectativas. Quero poder ter a minha vida ~normal~ de volta. E eu quero chorar muito, mas por sentir uma felicidade sem tamanho.

PS.: Gostaria de agradecer aos comentários e sugestões que recebi quanto ao meu post anterior, me ajudaram muito! Prometo visitar cada blog e responder à todos assim que possível.

Deu vontade de pintar, e agora?

Pois é minha gente, e agora? Logo eu, que sempre admirei de longe (mas sem muito interesse), as madeixas coloridas dos que tem coragem de pintar radicalmente... aqui estou, completamente louca de vontade de tacar a tinta na minha nada humilde juba e ser feliz .
Ultimamente eu tenho usado o TCC como "desculpa" pra tudo, então posso dizer que este ano pirei a batatinha de vez e por isso esse meu desejo súbito. Mas pra falar a verdade bem verdadeira, estou é com medo de admitir para mim mesma que não se trata de algo passageiro.

A foto responsável pela minha obsessão. É ou não é lindo demáss?

Só tem um problema. Ou melhor, alguns. OK... alguns MUITOS, haha. Não tenho a mínima noção de como se prepara o cabelo para isso, quais cuidados devo tomar, ou onde posso encontrar tintas específicas. Sim, porque estou a fim de jogar logo o azulão como o da foto acima! Afinal de contas, se é pra radicalizar, que seja em grande estilo não é mesmo? Fora que azul é também a minha cor preferida, logo não poderia escolher outra.

Estive pesquisando algumas fotos, mas como ando totalmente sem tempo acabei escolhendo meio por cima e não consegui achar exatamente as com o tom que eu quero. Não tem jeito, o tom que eu me apaixonei de verdade foi esse da imagem principal do post, com um toque lilás nas madeixas. Bem ousado eu sei, mas irresistível! Ao menos para esta que vos escreve. Contudo, se por acaso eu vier a pintar, não ficarei nem um pouco chateada se o resultado for qualquer um desses abaixo. Bom, talvez com exceção do primeiro, por estar claro demais. O que me dizem?


Claro que sendo meu blog, eu tinha que colocar um "bônus" com essas duas últimas referências do k-pop acima; Minzy e Park Bom, ambas do grupo 2NE1 . Elas mudam de visual toda hora e continuam sempre lindas. Inveja minha? Quase nadinha, hihi.
O fato é que eu só não pintei o meu cabelo ainda, porque no momento tô com uma lista enorme de livros do TCC para comprar e gastando dinheiro que eu nem tenho pra isso. Além de que claro, carrego comigo o velho e chato medo. Adoro a cor natural do meu cabelo e fico com receio de que possa estragá-lo ou sei lá o quê. Fora que vez ou outra é necessário retocar as raízes e o cuidado (imagino eu) deve ser redobrado. Então uma Priih sem tempo e sem dinheiro = FAIL.

Mas enfim, não é por isso que eu vou desistir dessa ideia. A gente só vive uma vez e etc . Por isso estou aceitando sugestões de quem entende do assunto ok? Até a próxima!